quinta-feira, 3 de junho de 2010

CASA PET EM CONCLUSÃO











CASA FEITA DE GARAFAS PET É NOTÍCIA EM VARIAS MÍDIAS

É com muita satisfação que vemos o trabalho da Sec. de Meio Ambiente ser notícia em todo o Brasil.
Por muito pouco a secretaria não teria sido nem criada, porque ia contra os interesses políticos de algumas pessoas que realmente não se importam nem com filhos e família, que dirá comunidade de Tarumirim. Mas, quem fica se lamentando desperduiça tempo precioso e não vê a vida passar. O resultado do empenho, dedicação, amor pelo oficio está ai reconhecido.
Em 2009 promovemos o maior movimento de meio ambiente,sem patrocínio do leste de Minas Gerais. Cerca de 4.000 pessoas em plena quinta-feira, dia comercial gritando e com cartazes pelas ruas da cidade.
Em 2010, lançamento de um ínedito guia, sem igual em todo o leste do estado de Minas Gerais, fruto de pesquisa do meu mestrado. Além da construção da casa feita de garrafas PET. 10.000 garrafas, muita dedicação e amigos engajados, e o resultado é um acasa de 25 m² pesando cerca de 30 tonelas e muita cobertura da mídia.
Estamos no site da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, no conceituado site do UAI.COM, capa do Jornal Estado de Minas, pagina de ímoveis, além, de reportagem divulgada pela TV LESTE REDE RECORD, e na edição do mês de Julho da revista VITRINE DE MINAS, que nos ônibus da Viação Presidente percorre muitas cidades do estado de MG e também outras de outros estado.

OBrigado senhor pelas benção derramadas e obrigado á todos amigos que acreditam no nosso trabalho e dedicação pela causa ambiental.
RÔMULO PERENTONI AMORIM.

terça-feira, 1 de junho de 2010

CASA FEITA COM GARRAFAS PET EM TARUMIRIM - REPÚDIO AO DESPERDICIO




AMO O QUE FAÇO, APESAR DAS POLÍTICAS "TYLENOL" DE SAÚDE E EDUCAÇÃO SEREM PRIORIDADE DA GRANDE MAIORIA DOS POLÍTICOS NÃO NOS DEIXAMOS CAIR NA PROSTAÇÃO E ESTAMOS FAZENDO NOSSO TRABALHO. "OBRIGADO MEU SENHOR E MINHA MÃE MARIA"

REPORTAGEM DO JORNAL ESTADO DE MINAS SOBRE CASA FEITA DE PET EM TARUMIRIM

Casa é construída com 10 mil garrafas pet em Tarumirim
Priscila Robini - Estado de Minas
Publicação: 01/06/2010 11:22 Atualização: 01/06/2010 12:11

As garrafas foram recolhidas durante 30 diasEm comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06) e para chamar a atenção da população e autoridades para o consumo excessivo de garrafas pet a Secretaria de Meio Ambiente de Tarumirim, no Vale do Rio Doce, construiu uma casa com 10 mil garrafas plásticas. Elas substituíram os tijolos e também serão responsáveis pela iluminação diurna da residência. A casa foi erguida em um terreno, a 1,5 quilômetros do Centro da cidade, que funciona como um horto florestal.
Veja as imagens da casa "ecologicamente correta"O secretário de Meio Ambiente, Rômulo Perentoni Amorim, explicou que local funcionará como um Centro de Educação Ambiental. Ele afirma que o tempo gasto desde a concepção do projeto até a conclusão foi de 45 dias. A residência será finalizada nesta terça-feira e aberta ao público no sábado.A inspiração do projeto veio de uma casa semelhante construída no México, explicou o secretário.As garrafas foram recolhidas na cidade de 7.500 habitantes em 30 dias. O gasto total da obra foi de aproximadamente R$ 3 mil, sendo que R$1.500 foram investidos pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e o restante foi arrecadado com doações e contribuições da população.

TRABALHO DO SEC. RÔMULO PERENTONI AMORIM É NOTICIADO EM REDE DE TV E JORNAL


A casa construida de garrafs PET, pela equipe da Sec. M. Meio ambiente sob o comando de Rômulo Perentoni amorim, foi notícia esta semana na rede RECORD DE TV, por varias vezes em diversos programas, no site UAI, cujo link de acesso está abaixo e também no jornal ESTADO DE MINAS do dia 03 de junho de 2010.

Mesmo trabalhando no fio da navalha, estamos tendo nosso esforço pioneiro reconhecido. Meio ambiente é sempre uma área de conflito, mas também de muitas possibilidades, basta ter uj pouco de vontade.

OBRIGADO Á TODAS AS PESSOAS QUE ACREDITAM E AJUDAM NO NOSSO TRABALHO.


Jesus afirma que o sal que não salga, que não tempera, não serve para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens. Mt 5:13


"vamos tentar sempre ser sal do mundo."
http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/06/01/noticia_minas,i=162185/CASA+E+CONSTRUIDA+COM+10+MIL+GARRAFAS+PET+EM+TARUMIRIM.shtml

sexta-feira, 28 de maio de 2010

SUSTENTABILIDADE E POBREZA

Pobreza e devastação ambiental são parceiras. É impossível falar de uma sem se referir a outra. Nos morros mais íngremes por onde se estendem a grande maioria das favelas e que encontramos os exemplos mais clássicos de insustentabilidade urbana. Estas pessoas não moram nos morros porque assim escolheram. Foram empurradas para lá, por um sistema econômico que remunera apenas o que é raro. Um modelo econômico que prega um crescimento exponencial dentro de um planeta finito. Um sistema que parecia sem limites, que a cada dia demonstra claros sinais de que precisa ser reformulado.
Retornando às favelas, elas nunca vão acabar. A existência de favelas e pobreza é que mantém a estrutura devastadora econômica, política e ambiental que vivemos desde o tempo do império no Brasil.
Quanto à sustentabilidade, pelo menos a defendida pela ONU (Organização das Nações Unidas) baseada na tríade: Economia, Social e Ambiental, desconsidera um fator que a torna incrivelmente longe da realidade da nossa região. “A VONTADE POLITICA”.
Não há como ter esperança com o modelo de atores políticos que possuímos em muitos de nossos municípios. Estes afirmam que o modelo de sustentabilidade acima referido, é muito difícil de conseguir alcançar nos pequenos municípios por uma questão de recursos. Diria que é mais uma questão de vontade.
Que venha a reforma eleitoral. Mas, antes que aconteça o despertar em cada um de nós. “Afinal, as pessoas que ocupam cargos de direção política são nossos representantes”. “Uma amostra do que nós somos e pensamos”.

SER E TER

À medida que os bens de consumo têm sua quantidade exponencialmente aumentada, na mesma proporção há um decréscimo da felicidade.
Nos últimos 40 (quarenta anos) apareceram duas grandes mazelas psicológicas que maltratam a maioria da população: Depressão e Stress.
A causa principal é a necessidade cada vez maior de se ter bens materiais, para se poder ser feliz. Nesse império de egoísmo pregado pelo mercado, consomem-se todos os dias da vida, da maioria das pessoas. E junto, consome-se a natureza, o planeta e o futuro de nossos filhos.
Nos dias atuais a palavra de ordem é o individualismo. Uma luta insana é travada o tempo todo, do nascer ao por do sol, em busca de um capital ou crédito cada vez mais escasso. E que nunca é o suficiente para satisfazer as “necessidades”.
Não existe mais coletivo. “O que importa é: “a minha casa, a minha vida, a minha felicidade”. Esta tal felicidade é definida pela satisfação das “minhas necessidades!”. Mas, esta tal felicidade nunca é completa. Minhas “necessidades” nunca são satisfeitas! Afinal, será que todos os bens materiais precisa-se para ser feliz, são realmente necessários?
Será que a felicidade que precisamos vem de lago externo a nós?
Às vezes penso que todos somos como formiguinhas. Digladiamos o tempo todo para alimentar algumas poucas rainhas. Estas nossas rainhas humanas, diferentemente deste inseto, a que comparei, não produzem nada. Apenas reproduzem o tempo todo mesmo mantra nos nossos ouvidos. Seja todo dia, seja de dois em dois ou de quatro em quatro anos: comprem, comprem, comprem, votem , votem, votem.

RÔMULOPERENTONI E A CASA FEITA DE GARRAFAS PET







“A INCERTEZA NOS CONSOME”

Vivemos num mundo onde a incerteza se instalou. No processo gerado por esta incerteza consumimos os dias de nossas vidas.
Na realidade, em nenhuma época faltou a incerteza para o homem. Apenas as coisas mudaram de lugar. Antes a incerteza era solitária e dizia respeito a um individuo ou grupo particular. Agora é compartilhada por ações globais, que podem afetar milhões. Pessoas que não conhecemos ou que nunca veremos decidem sobre nosso futuro.
Essa ambigüidade do individualismo e do global aumentou sobremaneira a nossa responsabilidade. Uma ação num ponto do planeta pode gerar conseqüências a milhares de quilômetros de distancia, sejam elas conseqüências sociais, políticas, econômicas ou ambientais.
Num cenário onde tudo está conectado, onde as responsabilidades encontram-se potencializadas, as decisões deveriam ser cada vez mais compartilhadas. Passando sempre pelo crivo de conselhos comunitários, assembléias públicas e plebiscitos, ou seja: onde a democracia impera.
Mas, o que percebemos é o império do individualismo. Cada vez mais os governos fecham-se em si mesmos e tomam decisões baseadas na visão de seu ponto de mundo. Esse egoísmo cada vez mais se reflete na realidade de todos, e sempre na forma de crises:
Crise social;
Crise ecológica e recentemente Crise econômica;
Mas acredito que a verdadeira crise, é a crise da transitoriedade.
O homem sofre de um a solidão latente, e por isto gladeia com as realidades. Muitas delas artificiais, construídas pelo seu próprio egoísmo.
Luta-se contra o tempo, que continua o mesmo, mas que aos olhos dos homens se achatou.
Luta-se contra a natureza, processando-a e trabalhando-a casa vez mais para ser consumida. Tudo é descartável, a única coisa permanente é o lixo.
Neste mundo construído de incertezas, a satisfação nunca pode ser alcançada. O coração do sistema do capital, a seta dourada do consumo, é a garantia da sempre constante insaciedade. É uma corrida atrás do vento. Por mais que se trabalhe, nunca se está feliz. Porque o dinheiro nunca é suficiente. Em janeiro de 2009, lançam-se veículos 2010 e a única coisa que muda é um detalhe no farol. A moda aponta este ano salto baixo para sapato e no próximo ano salto alto, e em 02 anos tudo está de volta. Antes se extraia o melhor dos produtos e a parte menos valorizada era descartada. Hoje as coisas mudaram. O melhor é que vai para o lixo. E assim, tudo que deveria ser transitório, transformou-se em permanente e vice e versa.
O consumismo encarregou-se de colocar preço e transitoriedade até mesmo naqueles bens intangíveis que não poderiam ser calculados em cifrões. Casamento agora é transitório. Até as entradas e saídas de nosso corpo também servem ao deus Mercado. Não dá para estabelecer limites entre sexo e abuso sexual, gordura necessária e insaturada, trans e outras mais. Os livros mais vendidos são os de receitas cada vez mais maravilhosas e os de dietas mágicas.
O espaço é curto e o assunto profundo. Por isso: “Vamos reavaliar a função do controle remoto da TV”. Hoje quem nos controla é ela, e não o contrário... É quem estabelece a realização do sentimento de tristeza ou alegria é o “BOTINI” do canal Shop Time, com seu bordão “COMPRE”, “COMPRE, “ COMPRE”.

POR QUE VOCÊ ODEIA A NATUREZA?

Poderia utilizar este espaço para falar de aquecimento global, para descrever os efeitos da depleção da camada de ozônio (O³), mais isto tudo parece muito distante e para muitas pessoas não faria sentido, embora sejam problemas reais e importantes.
Vou aproveitar para falar de um câncer que assola nossa região. Uma chaga aberta em nosso meio, que tantos males no causam. Falo da de nossas matas e do sepultamento de nossas nascentes e cursos d’água.Tenho certeza que você que agora está lendo está matéria, em algum momento da sua história, já cortou uma árvore, já jogou uma sacola de lixo no leito de um córrego, já fez uma queimada, ou conhece alguém que já tenha feito tudo isto.
Talvez você nunca tenha encarado desta forma, mas as árvores também são seres vivos. Não possuem sistema nervoso central, mas de alguma maneira sentem quando são cortadas.
As árvores e quase tudo, tem na matéria base carbono. Em algum momento da história do planeta estas mesmas partículas que fazem parte delas já estiveram presentes como parte do corpo de alguém ou outro ser vivo. Afinal, nosso corpo é formado por matéria orgânica, ou seja, basicamente átomos de carbono e água. Os mesmos das árvores. A mesma água na qual nossos esgotos são derramados; onde jogamos nossos dejetos, onde a grande maioria das pessoas adora jogar sacos de lixo e tudo que é imundo.
E é esta mesma água que logo abaixo no rio captamos para beber. Aliás, o homem é considerado um animal racional, e assim sendo é o único deste tipo, que defeca e bebe da mesma água.
Palavras fortes, mas impossíveis de serem compreendidas em outras que talvez expressassem apenas metade da verdade.
Se nosso corpo é formado + ou - por 75% de água, nossa saúde é condicionada pela qualidade da água que consumimos.
-Você já visitou os mananciais de água de sua cidade?
-Você conhece onde são depositados os seus restos imortais (lixo)?
Porque será que os governantes em quase todas as unidades da federação, em quase todas as esferas de governo, só pensam em obras de estação de tratamento de esgoto e resíduos em última instância?
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 75% das causas de morte no planeta são provocadas por doenças de veiculação hídrica.
É por estas e outras razões que os postos de saúde estão sempre cheios. Aliás, precisa-se investir mais em medicina preventiva. No mínimo 50% do que se investe em medicina curativa.
Na realidade existe uma ênfase na cura da doença, mas o que precisa ser curado mesmo é o doente.
Investir em Meio ambiente é :
Investimento em saúde publica;
Investimento em educação;
Investimento em assistência social, até mudaria este nome. É investimento em desenvolvimento social;
Investimento em religião. Religião? Sim, religião.
Somos o templo do Espírito Santo e tudo o que fazemos para preservá-lo agrada aquele que nele habita.
AFINAL:
Do que você tem alimentado o seu corpo?
Do que você tem alimentado o seu cérebro?
Do que você tem alimentado o seu espírito?
Nós somos fruto de tudo isto. E finalmente:
Por que você odeia tanto a natureza? E se odeia a recíproca é verdadeira.

domingo, 23 de maio de 2010

Desenvolvimento, Política e Religião.

O homem precisa retornar para o centro da proposta do desenvolvimento. Hoje, esta posição é ocupada pela economia e conseqüentemente o dinheiro.
O desenvolvimento sustentável tão presente nas propagandas de TV, capas de revistas e discursos dos políticos, se tornou vício de linguagem.
As empresas transformaram a ecologia em apenas mais uma estratégia para acumular seus lucros e melhorar sua imagem com o público. Os programas de gestão de qualidade (Série ISO 14000), nada mais são que um amontoado de procedimentos, princípios e missão, cujo fim pretendido é a maximização dos lucros.
Este império da ambigüidade também reina na política. O Ministério do Meio Ambiente tem um papel “marginal” em comparação a outros ministérios dentro do governo federal. Infelizmente ser ministro do meio ambiente, ou exercer qualquer outro cargo relacionado a esta pasta nas estruturas de todos os tipos de governo, é ser figura folclórica, como Mula Sem Cabeça e Saci-Pererê.
No combate a este império da ambigüidade, a igreja católica no lema da campanha da fraternidade 2010, expõe sua preocupação, buscando a salvação das almas e também do planeta.
Deus, assim como o meio ambiente a muito está numa posição “marginal” na vida e realidade dos homens e governos. Hoje, o bezerro de ouro chama-se MERCADO. Este, tão poderoso nas estruturas da sociedade, destrói o planeta e arrebata as almas. Sua filha amada a MODA, dilacera lares e ceifa cada dia mais o pensamento de homens e mulheres. Enquanto isto, JESUS, o filho de DEUS, representado na face de milhões de anônimos, diariamente retira a seu salário das latrinas do desenvolvimento. O famigerado lixão; sobrevivendo de restos.
Este cenário só terá fim, o dia que o homem e não o dinheiro for o objetivo principal do desenvolvimento e Deus retomar o lugar do dinheiro nos nossos corações e vidas.

CAMPANHA DA FRETERNIDADE DE 2010
Tema: Economia e Vida Lema:”Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”. (MT 6,24 c)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

MEIO AMBIENTE. O PÚBLICO E O PRIVADO.

A hipocrisia é uma marca de nosso tempo, principalmente nas questões ambientais. Não é novidade para ninguém, que o planeta não agüenta tanto consumo, tanto lixo, tanta poluição das águas por esgoto e principalmente tanto desperdício.
É irônico casar e se dar em casamento, trabalhar para acumular, gerar filhos e ao mesmo tempo, fazer queimadas, cortar árvores poluir rios e consumir, consumir... Como será resolvida esta questão? Como garantir saúde e sustento para nossos filhos, se o ambiente não possuir qualidade? Se as terras não produzirem? Se secar todas as nascentes?
O planeta não precisa dos seres humanos para sobreviver. Já existia antes e vai continuar existindo depois que nós formos.
Outra difícil conta é a depredação dos bens públicos.
Paga-se impostos para manter a cidade limpa, arborizada, praças agradáveis e ao mesmo tempo, os próprios habitantes beneficiados destroem e poluem o que está para servir toda comunidade. Muitos reclamam da qualidade dos serviços públicos, da conservação das praças, do estado da saúde, da educação e de outros tantos temas que pertencem ao universo domínio de todos. Mas ao mesmo tempo, despeja lixo nas ruas, cortam-se árvores deliberadamente, depreda-se as praças e tudo o que é público. Será por quê? Afinal de quem são estes bens!
O conceito de comum + Unidade vêm deteriorando desde a revolução industrial. Vivemos num mundo individualizado, onde o que importa e seta dourada consumo, o “EU”. Assim o conceito de comunidade tem se transformado em comum desunidade. Onde o que importa é o que EU penso, o que EU quero. A maximização dos meus lucros!
Caríssimos! Valho-me da antiga metáfora da tragédia dos comuns, para preconizar como poderá ser o fim de tudo isto. A história é bem didática é aponta o caminho para onde estamos caminhando e onde poderemos chegar se não superarmos o conflito entre o que é público e privado, saúde e doença, individualidade e doença, lucro e natureza:
Um pasto é utilizado por um grupo de fazendeiros. Com o objetivo de aumentar os lucros e diminuir os custos. Cada fazendeiro individualmente considera racional, justo e vantajoso ter um número maior de animais. Como o pasto é comum e público, o custo de manutenção de um número maior de animais será repartido com os outros fazendeiros, enquanto os lucros serão individuais de cada fazendeiro, uma vez que os rebanhos não são coletivos.
Cada fazendeiro agindo assim, vai acrescentar mais e mais animais no pasto, até que a capacidade de suporte deste seja ultrapassada, levando com o tempo a perda total do recurso que deveria ser aproveitado por toda a comunidade de fazendeiro.
Assim funciona nossas cidades e tudo que é público. Inclusive a natureza...